
Saiba quais são as mais freqüêntes
e as maneiras de evitá-las É
comum o aparecimento de algumas dores durante a pedalada, em especial para os
iniciantes no esporte. Muitas são simplesmente uma questão de
regulagem da bicicleta, outras precisam de mais atenção.
CONFIRA
AS DORES MAIS COMUNS:
A
queixa mais comum entre ciclistas iniciantes é a dor característica
na região das nádegas. Isso denota falta de costume com a bike.
O ideal é fazer pedaladas mais curtas e ir aumentando as horas sobre
a bicicleta aos poucos. Com o passar do tempo as dores ficarão menos
frequentes e intensas. Uma boa bermuda com forro espesso e um selim macio aliviam
essa situação.
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Se você sentir após um tempo de pedaladas desconforto ou queimação
nos pés, pare e solte um pouco o cadarço do tênis ou as
tiras da sapatilha. O desconforto é devido ao inchaço dos pés,
sobretudo nos dias quentes. Você também pode caminhar por uns
metros para estimular a circulação sanguínea nesta área.
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Dores no tendão de Aquiles podem ser o sinal de um selim demasiado
baixo. Com o selim baixo você é forçado a pedalar com
o pé na horizontal, forçando assim o tendão. Com o selim
um pouco mais para cima, seu pé trabalhará inclinado para a
frente aliviando a tensão no tendão de Aquiles.
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Dores no pescoço, quando você segura na parte de baixo do guidão
em uma bike speed, podem ser o sinal de um guidão muito baixo. Levante-o
até que fique uns 3 ou 5 centímetros mais baixo que a ponta
do selim.
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Se você sente dores na região lombar (parte inferior das costas)
muitas vezes é sinal que você precisa fortalecer os músculos
do abdômen. Um abdômen flácido, sobrecarrega a região
lombar ao pedalar. Para isso, somente exercícios abdominais resolvem.
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Dores nos braços (tríceps) durante a pedalada podem ser um sinal
que sua mesa está muito longa. Substitua-a por outra mais curta.
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Dores nos ombros, em contrapartida, podem ser sinal de uma mesa muito curta.
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Formigamento e dormência nas mãos são facilmente resolvidos
se você relaxar e não apertar com exagero a mão na manopla.
De tempos em tempos, tire a mão do guidão e agite-a ou faça
movimentos para ajudar na circulação. Bem simples, mas resolve.
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Dores nos dedos das mãos após um longo trecho freando em trilha
de downhill são normais. Tão logo possível, faça
uns movimentos com as mãos que a dor passará.
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Evite dores no pescoço movimentando sua cabeça de tempos em
tempos para um lado e para outro. Fazer movimentos para encostar o queixo
no peito (alongamento da parte posterior do pescoço) também
ajudam. Faça esses movimentos especialmente quando estiver pedalando
na parte baixa do guidão de uma speed. Essa pequena ginástica
também é válida para cicloturistas e mountain bikers.
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Dores e fisgadas após a pedalada, na parte de trás da panturrilha
e na parte de fora do joelho, podem ser sinal de um taquinho mal regulado.
Vá a uma conceituada oficina de bikes e peça ajuda ao mecânico
para achar a melhor posição para você (veja
matéria).
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Após um passeio ou treino forte, faça pelo menos 10 minutos
de giro leve com sua bike e evite as subidas. Isso ajuda a evitar a queimação
e ardume nas pernas pós exercício.
Alongamentos bem
feitos antes e depois da pedalada são a chave para evitar muitas dessas
dores. Alongue não somente os membros inferiores (pernas) mas também
costas, braços, ombros, pescoço e até mesmo as mãos.
Se não conhecer os tipos de alongamentos, peça ajuda a um professor
de educação física. Veja
matéria especial sobre alongamentos.
Caso as dores persistam e não se resolvam com ajustes na bike e com as
dicas acima, procure orientação médica.
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