Bike doping: UCI checa 90 bikes na La Méditerranéenne para melhorar testes

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Bike doping: UCI checa 90 bikes na La Méditerranéenne para melhorar testes

Nenhum motor foi encontrado, mas UCI garante que aplicativo usado para a checagem contra o doping mecânico está sendo cada vez mais aprimorado

Bike de ciclista da Bardiani é chegada por comissário da UCI

Bike de ciclista da Bardiani é checada por comissário da UCI

Do Bikemagazine
Foto: reprodução

A competição La Méditerranéenne, na França, teve quatro etapas, na semana passada, de 11 a 14 de fevereiro. No segundo dia de disputa, comissários da UCI checaram nada menos que 90 bicicletas de seis equipes atrás dos motores escondidos. Os testes minuciosos foram realizados nos equipamentos das equipes Delko, Roubaix-Lille Métropole, Auber 93, Bardiani, Androni Giocattoli e Veranclassic.

Na busca pelo chamado doping mecânico, a UCI confirmou que utilizou dos mesmos dispositivos usados nos testes feitos no Mundial de Ciclocross, quando foi confirmada, pela primeira vez, a fraude tecnológica na bike da Sub 23 belga Femke Van den Driessche (leia reportagem aqui).

De acordo com comunicado da UCI, o aplicativo usado para a checagem permite “investigar um grande número de bicicletas, quadros e rodas em um curto período de tempo”. Na La Méditerranéenne nada foi encontrado, mas os testes serviram para “aperfeiçoar e melhorar a checagem”. A UCI garante que os controles surpresa serão feitos “em número significativo” nos próximos meses.

A competição começou com um contrarrelógio por equipes que marcou a primeira vitória da equipe FDJ em uma prova de crono. O francês Arnaud Demare, da mesma FDJ, venceu a 2ª etapa e o ucraniano Andriy Grivko (Astana) faturou a 3ª. O belga Jan Bakelants (AG2R La Mondiale) foi o mais rápido no sprint da 4ª e última etapa. Na classificação geral, o campeão foi Grivko.

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