Rio 2016: MTB e BMX definem critérios para vaga olímpica

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Rio 2016: MTB e BMX definem critérios para vaga olímpica

Critérios serão baseados no ranking mundial; Avancini e Renato Rezende estão praticamente garantidos

Julian Absalon e Henrique Avancini no evento-teste do MTB para os Jogos Rio 2016 Foto: Rio 2016 / Paulo Múmia

Julian Absalon e Henrique Avancini no evento-teste do MTB Foto: Rio 2016 / Paulo Múmia

Do Bikemagazine
Foto de divulgação

A Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) anunciou nesta sexta-feira (12 de fevereiro) os critérios de convocação dos atletas brasileiros de mountain bike e BMX para os Jogos Rio 2016. A escolha levará em conta somente o ranking mundial. Assim, Henrique Avancini e Renato Rezende estão praticamente garantidos na disputa.

Tanto no MTB quanto no BMX, o ranking mundial de nações considera os resultados dos três melhores ciclistas do país. No mountain bike masculino, são três vagas para os cinco primeiros do ranking, duas para os países colocados entre o sexto e o 13º lugares e uma para os que ficarem entre o 14º e o 23º.

O Brasil atualmente é o 15º colocado e o ranking fecha dia 24 de maio. Com 923 pontos, Henrique Avancini é, de longe, o melhor brasileiro, seguido do veterano Rubens Donizete, de 36 anos, que tem 491 pontos, e de Ricardo Pscheidt, que soma 363.
Pelos critérios da UCI, os resultados dos três contam para que o Brasil siga tentando levar dois atletas aos Jogos. Um certamente será Avancini; se Rubinho ou Pscheidt alcançarem a mesma pontuação, isso vai impactar no ranking de nações e o Brasil terá direito a duas vagas no Rio.
No BMX, quem está em situação confortável é Renato Rezende. O Brasil é 11º colocado e dificilmente chega a 30 de maio, data em que fecha o ranking, entre os sete primeiros. Por isso, deverá ter direito a apenas um representante no Rio. Com 740 pontos, Renato tem boa folga sobre Anderson Ezequiel, que soma 314. Da mesma forma, caso seja alcançado pelo rival mais jovem, o Brasil ganha com isso.

Feminino
No feminino, o Brasil ocupa o 16º lugar no BMX, portanto, fora da zona de classificação, que é até o sétimo. Assim, vai depender do convite dado ao país sede. A beneficiada será a melhor do ranking, hoje com Priscila Carnaval, com 329 pontos. Bianca Quinalha vem pouco atrás, com 275. No mountain bike feminino, o Brasil é 13º colocado, com chances remotas de subir até o oitavo lugar para garantir uma segunda vaga. A melhor do ranking é Raiza Goulão, com 1.006 pontos, seguida de Isabella Lacerda, que tem 810.

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