Curso em São Paulo qualifica para manutenção dos cubos Shimano Nexus

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Curso em São Paulo qualifica para manutenção dos cubos Shimano Nexus

Conteúdo é disponibilizado à parte na grade de cursos; capacitação garante independência do amador

615145865446756f14d03474edDo Bikemagazine
Foto de divulgação

A Escola Park Tool oferece um curso de manutenção do cubo de marcha interna Shimano Nexus. Em parceria com a Shimano, o curso ensina na teoria e na prática amadores e profissionais a fazerem a manutenção de maneira simples e correta no equipamento. A próxima turma será no dia 1º de abril na própria unidade da Escola Park Tool, em São Paulo. Ao todo, serão 7 horas de conteúdo específico sobre o assunto.

“O conteúdo do curso é completo. Como ele é à parte na grade da escola, qualquer pessoa – amador ou mecânico profissional – pode fazer. Mesmo assim, a gente recomenda que o interessado tenha pelo menos o diploma do módulo Avançado. Isso facilita o entendimento e o aprendizado”, analisa Caíque Pereira Alves, instrutor e avaliador da Escola Park Tool no Brasil está no Brasil desde 2013 e já formou mais de 2 mil alunos.

Como funciona: na prática, manusear o cubo de marcha interna Shimano Nexus é uma tarefa simples se seguir o manual do fabricante. Com ele, não existe a necessidade de levar peças reservas durante o pedal, além de facilitar o trabalho do dono da bicicleta durante uma possível manutenção necessária. Isso tudo sem falar na durabilidade.

Um cubo de marcha interna aguenta rodar cerca de 5 mil quilômetros e deve ser trocado em aproximadamente 2 anos. Outro ponto forte é a resistência. Ele preserva outras peças da bicicleta como a lubrificação da corrente e exige baixa manutenção.

Escola Park Tool

Escola Park Tool

Porém, o “aprenda fazendo” não é tão eficiente quanto a qualificação da instituição pioneira em formação de mecânicos de bicicleta e que disponibiliza um diploma com certificação mundial para seus alunos. Aí entra o diferencial da Escola Park Tool.

“O amador vai aprender a diferenciar os sistemas de cada cubo de marcha interna e como usá-los. Um cicloturista, por exemplo: se ele estiver longe na estrada sem acesso a um mecânico capacitado, o próprio dono da bike pode. Além disso, com o conhecimento que a gente passar, ele vai entender o tempo de manutenção do cubo. Dessa maneira, o amador preserva mais a peça e não vai condená-la no primeiro problema”, disse Caíque Alves.

Mexer no cubo de marcha interna não é um grande desafio, mas muitos ainda quebram a cabeça. Por isso, ter esse tipo de qualificação é um ótimo benefício.

“Por exemplo, o amador não consegue identificar o problema no seu cubo de marcha interna. Se ele encontra um mecânico que domina o assunto e já apresenta a solução, o ciclista passa a confiar no trabalho do mecânico. É um diferencial”, finalizou o instrutor.

Mais informações no site www.escolaparktool.com.br