Halysson Ferreira e Viviane Favery vencem Brasileiro de Marathon

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Halysson Ferreira e Viviane Favery vencem Brasileiro de Marathon

Halysson Ferreira vence pela 3ª vez e Viviane Favery pela 2ª; disputa foi em Vitória da Conquista, Bahia

Halysson Ferreira é tricampeão brasileiro de XCM

Halysson Ferreira é tricampeão brasileiro de XCM

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação/Luciana Flores 

Halysson Ferreira conquistou neste domingo (27 de agosto) o tricampeonato do Brasileiro de Marathon, disputado em Vitória da Conquista, na Bahia. Bruno Martins foi o 2º colocado e Ricardo Pscheidt o 3º. O atual campeão baiano Kennedi Lago e Carlos Olímpio completaram o Top 5.

Entre as mulheres, a vencedora foi Viviane Favery, que conquistou o título pela segunda vez. A primeira foi em 2015, na prova em Picos, no Piauí. Karen Olímpio foi a 2ª colocada e Tânia Clair Pickler ficou com o 3º lugar. Danilas Ferreira e Sofia Subtil completaram o Top 5.

A bicampeã Viviane Favery

A bicampeã Viviane Favery

“Hoje foi um dia mais que especial pra mim, sem palavras para descrever esse momento da minha carreira. Três anos, três vezes campeão nacional consecutivo. Só tenho a agradecer a Deus por me permitir fazer o que mais amo na vida e meus familiares e amigos que sempre torcem por mim. Essa vitória dedico especialmente para meu tio Roberto, que nos deixou na madrugada da última sexta e meus pais decidiram não me falar pela importância da prova. Mas eu tenho certeza que Deus o recebeu de braços abertos”, declarou Halysson.

“Foi uma emoção muito grande. Depois de dois meses do retorno para a temporada no Brasil, fiquei doente duas vezes, enquanto na Europa estava um pouco insegura sobre minha forma. Estou completamente realizada. Feliz demais. Este é um título que, mesmos sendo o segundo no Brasileiro de XCM, é um divisor de águas porque mostra que sou capaz de me superar nos momentos mais difíceis”, comemorou Vivi.

Com o tempo firme e a temperatura amena, a largada para as elites foi às 9h, com o início em um trecho de estrada de terra. “Sabia que seria uma prova muito dura e que não adiantava nada tentar resolver as coisas na parte inicial. Eu me mantive conservadora e em um determinado momento o pelotão feminino juntou-se com outro que havia largada pouco após da nossa largada. Ou seja, muita gente andando junto”, relata Vivi.

Em um determinado momento dos 80 km de percurso, com quase 2.000 metros de ascensão acumulada prevista, esse pelotão dividiu-se em um trecho mais técnico. “Quando percebi, eu estava neste grupo da frente e bem posicionada. Lá fiquei, sendo a única mulher. Neste momento tentei me manter o máximo em pelotões fortes e nas trilhas mais pesadas mantive foco e andei super bem. Esses lugares eram traiçoeiros e tínhamos que sair dessas trilhas fechadas o mais rápido possível, porque eram quentes e úmidas. E essa tática foi dando certo”, completa a bicampeã, que integra a equipe alemã ROSE Vaujany fueled by ultraSPORTS.