Colombiano e argentino caem no doping no Granfondo New York

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Colombiano e argentino caem no doping no Granfondo New York

Participantes da prova em Nova York foram escolhidos aleatoriamente, testaram positivo para EPO e acabaram desclassificados e banidos

Os participantes que caíram no doping por EPO no GFNY

Do Bikemagazine
Foto de divulgação

Dois ciclistas sul-americanos testaram positivo para EPO na disputa do Campagnolo GFNY World Championship New York, em 19 de maio, confirmou nesta terça-feira (18 de junho) a organização. Felipe Mendez, da Colômbia, e Gabriel Raff, da Argentina, foram pegos no controle anti-doping, desclassificados e banidos por toda a vida dos eventos GFNY, de acordo com a regra 9.3.

Mendez terminou a disputa na 71ª colocação, com o tempo de 4h51min39s. Já Raff, que tem no currículo participações no Ironman, foi o 25º, com o tempo de 4h31min10s.

Ambos estavam entre os vários participantes selecionados aleatoriamente para o teste. Eles são o sexto e o sétimo controles positivos de doping nos nove anos de história da GFNY NYC. “É simples: você não pode pegar trapaceiros se não fizer controles de doping”, afirmou Uli Fluhme, CEO da GFNY.

“Esses resultados mostram que o teste é necessário e que funciona. Os participantes das provas GFNY treinam duro para as corridas e eles merecem uma competição justa. Devemos a eles controles de doping, mesmo que os custos sejam agora mais de US $ 15.000 a cada ano. Não testar os atletas é uma decisão egoísta e econômica de um diretor de corrida, que força todos a usar drogas para tentar nivelar o nível”, completou. Desde 2015, a GFNY também verifica aleatoriamente as bicicletas em checagens para encontrar motores escondidos.

No Brasil, o GFNY já realizou duas edições de seu granfondo, nos anos de 2017 e 2018, no Rio de Janeiro.