Pan 2019: Brasil perde medalha de bronze por doping de Kacio Freitas

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Pan 2019: Brasil perde medalha de bronze por doping de Kacio Freitas

Organização Desportiva Pan-Americana confirma resultado adverso na amostra B e confirma retirada de medalha de bronze da prova de velocidade por equipes

Kacio Freitas no Pan-Americano em Lima

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação/COB

A CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo) confirmou nesta quinta-feira (26 de setembro) que o Brasil perdeu a medalha de bronze da prova de velocidade por equipes no ciclismo de pista dos Jogos Pan-Americanos 2019 depois que o atleta Kacio Freitas foi pego em exame antidoping. O ciclista, que recebeu a notificação indicando resultado analítico adverso para a amostra A, pediu abertura da amostra B, que dias depois também se revelou positiva. A substância apontada no exame não foi divulgada.

A equipe do Brasil na disputa em Lima

“Diante dos fatos, a PanAm Sports (Organização Desportiva Pan-Americana) publicou na última quarta-feira relatório com todos os casos de doping positivo da competição e confirmou que a equipe brasileira de Velocidade, na qual Kacio integrou ao lado de Flávio Cipriano e João Vitor, será penalizada com a perda da medalha de bronze”, informa o comunicado da CBC.

Kacio Freitas, por meio de nota, se defendeu quando recebeu a notificação: “Durante os Jogos Pan-Americanos de Lima, fui submetido a um exame antidoping e, logo após a minha participação, após retornar para o Brasil, acabei sendo surpreendido com a notificação de um resultado analítico adverso. De imediato, solicitei a abertura da amostra B, que foi aberta essa semana e também se revelou positiva. Na mesma ocasião foram coletados sangue e urina, apesar do resultado adverso na urina, a análise do sangue foi negativo para substâncias proibidas. Durante toda a minha carreira, jamais utilizei de artifícios ou benefícios para tirar proveito trapaceando ou burlando qualquer tipo de regra. Estou com a minha consciência muito tranquila e afirmo que sempre respeitei a política antidoping das instituições, sou um atleta rastreado pelo passaporte biológico há quatro anos e sempre contribuí em prol de um esporte limpo e honesto. Desta maneira, afirmo que estarei recorrendo a todos os meios disponíveis para comprovar a minha inocência neste caso, inclusive com a realização de testes, por conta própria, em todos os suplementos e alimentos ingeridos durante aquele período.”