Sagan confirma Giro d’Itália, Tour de France e Tóquio-2020

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Sagan confirma Giro d’Itália, Tour de France e Tóquio-2020

Na apresentação da Bora-Hansgrohe para a próxima temporada, eslovaco disse que estará na disputa do ciclismo olímpico e que "tudo pode acontecer"

A Bora-Hansgrohe na apresentação para 2020

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação/Brian Hodes/VeloImages

Durante a apresentação da Bora-Hansgrohe para a temporada 2020, na cidade alemã de Kolbermoor, na Baviera, perto da sede da equipe, em Munique, no início desta semana, o mais requisitado, obviamente, foi o eslovaco Peter Sagan. O anúncio de seu calendário para o próximo ano estava entre os assuntos mais esperado. E Sagan não decepcionou. Garantiu que fará sua estreia no Giro d’Itália, que vai ao Tour de France, onde é o recordista de camisas verdes, e que estará nos Jogos de Tóquio-2020 na prova de ciclismo de estrada e não no MTB, como ocorreu nos Jogos Rio-2016.

Prestes a completar 30 anos, em janeiro, Sagan começa 2020 na Volta de San Juan, na Argentina, onde será estrela de um granfondo que leva o seu nome (leia mais aqui) e que tem sido realizado em outras cidades na América do Sul e nos Estados Unidos. Depois, estará nas clássicas de Primavera, como a Strade Bianche e a Milão-Sanremo, e fará treinos de altitude antes do Giro d’Itália, que vai disputar pela primeira vez.

Sagan confirma calendário do próximo ano

O três vezes campeão mundial garantiu que a dobradinha Giro-Tour não vai atrapalhar sua ida a Tóquio, cuja prova de estrada será no dia 25 de julho, seis dias após a etapa final do Tour de France. Apesar do circuito olímpico japonês ser mais favorável aos escaladores, Sagan, atento ao que ocorreu em 2016, com a inesperada vitória de Greg Van Avermaet no Rio de Janeiro, está otimista: “O ciclismo olímpico é sempre muito difícil e você nunca sabe o que pode acontecer nos Jogos, então vale a pena tentar”.

Após Tóquio, Sagan deve encerrar a temporada. O ciclista, que tem mais dois anos de contrato com a Bora-Hansgrohe, indicou, assim, que não deverá disputar o Mundial de 2020, que será em Aigle, na Suíça, em um percurso extremamente montanhoso. “Para mim, a temporada termina após o Tour e as Olimpíadas, então serão apenas seis meses, mas seis meses difíceis”.

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