Tour de France: exames de doping de 2017 serão retestados

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Tour de France: exames de doping de 2017 serão retestados

Objetivo é identificar substância estimulante que ajudaria na performance e que não era detectada em exames anteriores

Froome, com Uran e Bardet, na 17ª etapa do Tour de France de 2017

Do Bikemagazine
Foto de divulgação/ASO

Amostras de controle antidoping do Tour de France de 2017 serão retestadas, segundo anunciou a UCI (União Ciclística Internacional). Naquela edição, o vencedor foi Chris Froome, com Rigoberto Uran em 2º e Romain Bardet em 3º.

De acordo com a UCI, a retestagem vai buscar uma substância estimulante que não era detectada em exames anteriores e que poderia gerar benefícios para a performance dos ciclistas.

Os novos testes fazem parte de uma investigação maior, chamada Operação Aderlass, que veio à tona quando a polícia austríaca monitorou o Campeonato Mundial de Esqui Nórdico em 2019.

Na ocasião, foram descobertas práticas de doping realizadas pelo médico alemão Mark Schmidt. Atletas de várias disciplinas foram identificados como supostos clientes de Schmidt, recebendo transfusão de sangue ilegal com o objetivo de melhorar o desempenho sem detecção nos testes antidoping. Vários esportistas acabaram confessando.

Desde então, a Operação Aderlass seguiu ativa buscando novos casos de doping em outros torneios relevantes da Europa.

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