Parapan 2023: paraciclismo do Brasil encerra com marca histórica de 10 medalhas

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Parapan 2023: paraciclismo do Brasil encerra com marca histórica de 10 medalhas

Na prova de resistência, que encerrou a programação dos Jogos em Santiago, no Chile, Brasil conquistou dois ouros e uma prata

Jady Malavazzi foi ouro na categoria Handbike WH2-5

Do Bikemagazine
Fotos de divulgação/Douglas Magno/CPB

No último dia de competições do paraciclismo nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago 2023, a delegação brasileira conquistou três medalhas na prova de resistência. Os destaques deste domingo (26 de novembro) foram Jady Malavazzi e a dupla Bianca Garcia e Nicolle Borges (piloto), medalhistas de ouro em suas respectivas categorias, além de Lauro Chaman, que ficou com a prata.

Na categoria Tandem feminino, uma das primeiras a entrar na disputa, a dupla brasileira formada por Bianca Garcia e Nicolle Borges (piloto) brilhou ao conquistar a medalha de ouro superando duas duplas da Argentina na segunda e terceira colocações.

Outra grande conquista veio com a atleta Jady Malavazzi, que garantiu a medalha de ouro na categoria Handbike WH2-5. Com uma prova tecnicamente muito bem executada, Jady mostrou seu talento ao superar as americanas Sophia Brim e Ruth Rollman, prata e bronze, respectivamente.

Bianca Garcia e Nicolle Borges no pódiocom o ouro na Tandem

Lauro Chaman ficou com a prata na prova de resistência

Na categoria MC4-5, o ciclista Lauro Chaman também fez bonito e voltou ao pódio com a medalha de prata. Após protagonizar uma longa fuga ao lado do colombiano Andres Vargas, campeão da prova, Lauro terminou na segunda colocação e somou sua terceira medalha em Santiago. Frank Rodriguez, da República Dominicana, completou o pódio.

Ao longo dos dias de competição, os atletas brasileiros demonstraram muita determinação e superação. A seleção encerrou sua participação com uma campanha histórica, conquistando um total de 10 medalhas, sendo cinco ouros, três pratas e dois bronzes. Essa impressionante performance consolida o Brasil entre os melhores do continente e reafirma sua posição como potência no paraciclismo.

Para o coordenador do paraciclismo na CBC, Edilson Rocha “Tubiba”, prevaleceu o espírito de equipe e o planejamento técnico para a equipe alcançar um resultado histórico no Parapan de Santiago. “Além das conquistas individuais, a força coletiva da equipe brasileira foi evidente durante todo o torneio. Os atletas se apoiaram mutuamente, encorajando e motivando uns aos outros a darem o seu melhor a cada prova. Essa união e espírito de equipe foram fundamentais para o sucesso alcançado. Essa campanha histórica serve de combustível para continuarmos trabalhando duro pensando em Paris 2024”, destacou.

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